sábado, 21 de março de 2015

QUATRO AMIGOS NA MESMA BABILÔNIA



Não importa quantas Babilônias existam, a verdade é que Deus sempre conta com pessoas como Daniel e seus 3 amigos que posicionaram-se na presença de Dele, não dando ouvido a voz da multidão mas com fé decidiram não se contaminar com as iguarias que o rei Nabucodonosor poderia lhes oferecer, assim preferiram ser jogados na fornalha e cova com leões famintos a ser renderem aos deuses e maus costumes do governo daquela época.

Se paramos para pensar, veremos que esses garotos estavam longe de casa e poderiam facilmente se deixarem levar pela palavra da multidão, porém o compromisso deles com nosso Pai Eterno falou mais alto e eles puderam testemunhar e comprovar que realmente Deus poderia contar com eles. 

Jovens, para uma geração que vive em meio a uma sociedade que está deixando de lado os princípios de Deus, Ele ainda conta com você e deseja que assim como os 4 meninos que viverão na Babilónia sem se corromper pelas circunstância, foram relevantes em sua geração vivendo uma vida digna de filhos de Deus, salvo por Jesus Cristo. 
Jovens dispostos a servi-lo com tremor e temor pois Deus conta com pessoas comprometidas com sua obra e não se vendem pelas circunstâncias do momento.
Seja relevante para sua geração cumpra seu chamado em Deus. 

"No entanto, está chegando a hora, e de fato já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade. São estes os adoradores que o Pai procura." João 4:23

sábado, 27 de outubro de 2012

INVEJA




Trabalho de História do Audiovisual da Faculdade CCAA apresentado em 18/04/2011.
Inveja, um vídeo produzido com influências de Georges Méliès um dos grandes personagens do cinema.


Professora: Denise Duarte
Bailarina: Rafaela Sousa
Ilusionista: Rodrigo Souza
Montagem e Efeitos: Jairo Alves
Câmera: Wallace Souza
Roteiro: Rafaela Sousa e Jairo Alves

sábado, 22 de setembro de 2012

Analise Fílmica - O Contador de Histórias







Ficha Técnica 
Título original: O Contador de Histórias 
Gênero: Drama 
Duração: 100 min. 
Lançamento (Brasil): 2009 
Distribuição: Warner Bros 
Direção: Luiz Villaça

O Contador De História, dirigido por Luiz Villaça, é um filme biográfico que se passa no Brasil dos anos 70 e 80 
no estado de Minas Gerais, e que narra à trajetória de vida do protagonista, Roberto Carlos Ramos, personagem principal da trama um menino sonhador e amável aos 6 anos de idade é levado por sua mãe para Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor, FEBEM, na esperança de que assim possa garantir um futuro melhor para seu filho.
O fato é que o sistema da FEBEM é falho e as propagandas transmitidas via radiodifusão era negligente. Assim o menino, até então inocente, é fatalmente sentenciado a se marginalizar para poder conquistar respeito e sobreviver na instituição abandonando todos seus sonhos e desacreditando em seu potencial.

Aos 13 anos de idade Roberto, já tem em seu histórico mais de 100 fugas e é classificado pela diretora da FEBEM como um menino irrecuperável. Nesse momento entra em cena Margherit Duvas, uma pedagoga francesa que vem para o Brasil desenvolver uma pesquisa, em uma de suas visitas ao internato ela se depara com Roberto, se compadece dele e sente o desejo de trabalhar com ele para que possa contornar a situação e ter uma fonte de estudo.
Ela é a primeira que ouve e presta a atenção em sua historia sem que transpareça um olhar indiferente ou de superioridade. Se colocar como uma pessoa que tem o que acrescentar na vida do menino e que através da educação e do amor não desiste de acreditar nele, ela consegue mostrar
para criança que ela é importante e que pode realizar seus sonhos, ela também ensina como ele também pode se tornar uma pessoa de bem. Quanto obra audiovisual precisamos mencionar alguns pontos importante que podemos perceber durante a exibição do filme.
Por se tratar de um filme bibliografia o roteirista já se depara com um problema, o de que pessoas não querem assistir a filmes reais e sim uma representação do real onde possa vir a pensar, isso poderia acontecer comigo.

Existe um paradigma no Brasil de que filme que faz sucesso é pontual, que traz a lembrança de como é a realidade brasileira, de forma que muitas vezes apenas brasileiros venha a compreender a história em sua profundidade. Precisamos adquiri uma linguagem onde nossos filmes sejam regionais com uma extensão global de forma que possa ser vinculado no circuito mundial e pessoas de diferentes culturas venham a se identificar com os personagens expostos em cena, colocando-se no lugar deles. Durante a progressão do filme os personagens evoluem mais não chegam a extrapolar o campo de atuação do ator. A obra é voltada para vida social deixando algumas lacunas em seu roteiro, seu desfecho precisou ser abreviado diminuindo assim o envolvimento do espectador com o filme. Sua montagem se dar de forma simples como um filme de entretenimento e de fácil compreensão, a mensagem maior é de que lugar de criança é na família que oferece amor e carrinho e de como a educação é importante para a formação de cidadão de bens. 

O Contador De Histórias nos ensina a arte da narrativa um elemento crucial para vida dos roteiristas de como podemos nos aproveitar dos momentos lúdico para dar asas a imaginação e elevar o espectador a lugares nunca ido antes. 
O diretor se aproveita dos momentos onde onde nosso personagem fica imaginando os acontecimentos de forma lúdica e nos mostra a pureza e a serenidade do pensamento de uma criança. Todas vez que o elemento lúdico entra em cena, durante a exibição do filme, é um momento mágico. Margherit, vivida por Maria de medeiro é a primeira que para e ouve o que a criança tem a relatar e acredita em seu potencial e o tempo todo o instiga a buscar o que ele realmente gosta de fazer. Toda pessoa sabe contar história porem a falta de prática faz com que alguma se sobresaiam melhores que as outras nessa arte.
O filme termina com Roberto Carlos Ramos, contando uma história caracterizado por ele mesmo na vida real.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

URBANO


Vídeo Dança que tem como objetivo abordar a vida nas cidades, as diversas formas que os transeuntes caminham por elas sem ser notadas.

Direção: Jairo Alves e Rafaela Sousa
Bailaria: Rafaela Sousa
Coreografo: Wallace Souza
Figurino: Rafaela Sousa
Produção: Rafaela Sousa
Assistente de Produção: Paula Monick
Filmagem, Edição e Finalização: Jairo Alves

quarta-feira, 30 de março de 2011

Malha o Judas!!!




Hoje pela manhã observei um mendigo, revoltado, andando e gritando a seguinte frase:

…É um Judas mesmo…


Fiquei admirado pois alguém passou para ele o significado que tem para a sociedade o nome Judas, aquele que traiu um amigo de confiança.

Então fiquei a pensar se ele também sabe o significado do nome Jesus, na mesma proporção que aparentava conhecer o de Judas.

Segue dois vídeos para traduzir minha ideia.



Peça de trás pra frente...




Quem é?

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

País do conhecimento, potência ambiental DILMA ROUSSEFF


FOLHA DE S.PAULO OPINIÃO


São Paulo, domingo, 20 de fevereiro de 2011
TENDÊNCIAS/DEBATES


“Hoje, já não parece uma meta tão distante o Brasil se tornar país economicamente rico e socialmente justo, mas há grandes desafios pela frente, como educação de qualidade”




Há 90 anos, o Brasil era um país oligárquico, em que a questão social não tinha qualquer relevância aos olhos do poder público, que a tratava como questão de polícia. O país vivia à sombra da herança histórica da escravidão, do preconceito contra a mulher e da exclusão social, o que limitou, por muitas décadas, seu pleno desenvolvimento. Mesmo quando os grandes planos de desenvolvimento foram desenhados, a questão social continuou como apêndice e a educação não conquistou lugar estratégico. Avançamos apenas nas décadas recentes, quando a sociedade decidiu firmar o social como prioridade. Contudo, o Brasil ainda é um país contraditório. Persistem graves disparidades regionais e de renda. Setores pouco desenvolvidos coexistem com atividades econômicas caracterizadas por enorme sofisticação tecnológica. Mas os ganhos econômicos e sociais dos últimos anos estão permitindo uma renovada confiança no futuro. Enorme janela de oportunidade se abre para o Brasil. Já não parece uma meta tão distante tornar-se um país economicamente rico e socialmente justo. Mas existem ainda gigantescos desafios pela frente. E o principal, na sociedade moderna, é o desafio da educação de qualidade, da democratização do conhecimento e do desenvolvimento com respeito ao meio ambiente. Ao longo do século 21, todas as formas de distribuição do conhecimento serão ainda mais complexas e rápidas do que hoje. Como a tecnologia irá modificar o espaço físico das escolas? Quais serão as ferramentas à disposição dos estudantes? Como será a relação professor-aluno? São questões sem respostas claras. Tenho certeza, no entanto, de que a figura-chave será a do educador, o formador do cidadão da era do conhecimento. Priorizar a educação implica consolidar valores universais de democracia, de liberdade e de tolerância, garantindo oportunidade para todos. Trata-se de uma construção social, deum pacto pelo futuro, em que o conhecimento é e será o fator decisivo. Existe uma relação direta entre a capacidade de uma sociedade processar informações complexas e sua capacidade de produzir inovação e gerar riqueza, qualificando sua relação com as demais nações. No presente e no futuro, a geração de riqueza não poderá ser pautada pela visão de curto prazo e pelo consumo desenfreado dos recursos naturais. O uso inteligente da água e das terras agriculturáveis, o respeito ao meio ambiente e o investimento em fontes de energia renováveis devem ser condições intrínsecas do nosso crescimento econômico. O desenvolvimento sustentável será um diferencial na relação do Brasil com o mundo. Noventa anos atrás, erramos como governantes e falhamos como nação. Estamos fazendo as escolhas certas: o Brasil combina a redução efetiva das desigualdades sociais com sua inserção como uma potência ambiental, econômica e cultural. Um país capaz de escolher seu rumo e de construir seu futuro com o esforço e o talento de todos os seus cidadãos.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

NO FUNDO SOMOS MESMO COMO OS BARCOS




                       Tenho andado pelas ruas e notado o número de instituições religiosas que surgem em uma mesma rua, o maior medo que sinto é o da banalização do evangelho, porém a Igreja de Cristo vai bem, obrigado. No fim sairá vencedora.
                        Instituições religiosas que se denominam igrejas são como barcos sobre o mar. Todos tem suas peculiaridades por menores que sejam. Tamanhos distintos, para muitas pessoas, para poucas, o mais interessante é que cada um possui um nome próprio que pertence só a ele. Os barcos, cumprem com eficácia seu objetivo que é o de navegar sobre as águas. São diferentes quanto a aparência mas sobre a água cumprem com excelência sua função que é a de navegar. Não importa o nome, a liturgia, se é renovada, avivada ou calma serena e tranquila, o mais importante é se a comunidade que estamos frequentamos está cumprindo o propósito principal que é o de proclamar o nome de Cristo Jesus, afim de que pessoas possam ser transformadas pela atuação do Espírito Santo em suas vidas, pois quem convence alguém de seu estado de pecado é o Espírito Santo, uma pessoa da Trindade divina.
                         O pensamento de que exista uma comunidade melhor que a outra nos deixa atrofiados e acabamos confundido os que andam, observando a Palavra de Deus. A diversidade nos fortalece e nos dá a possibilidade da maturidade. Precisamos aprender apreciar as diferentes interpretações dignas de respeito das escrituras pois somos humanos e cada qual tem sua forma de enxergar o mundo a sua volta. Por fim das contas percebemos que somos todos como barcos em alto mar a Bíblia deve ser nosso leme e nos conduzir na verdade, os nomes dos barcos só servem para indicar quem são e não mudam sua forma.