quarta-feira, 30 de novembro de 2011

URBANO


Vídeo Dança que tem como objetivo abordar a vida nas cidades, as diversas formas que os transeuntes caminham por elas sem ser notadas.

Direção: Jairo Alves e Rafaela Sousa
Bailaria: Rafaela Sousa
Coreografo: Wallace Souza
Figurino: Rafaela Sousa
Produção: Rafaela Sousa
Assistente de Produção: Paula Monick
Filmagem, Edição e Finalização: Jairo Alves

quarta-feira, 30 de março de 2011

Malha o Judas!!!




Hoje pela manhã observei um mendigo, revoltado, andando e gritando a seguinte frase:

…É um Judas mesmo…


Fiquei admirado pois alguém passou para ele o significado que tem para a sociedade o nome Judas, aquele que traiu um amigo de confiança.

Então fiquei a pensar se ele também sabe o significado do nome Jesus, na mesma proporção que aparentava conhecer o de Judas.

Segue dois vídeos para traduzir minha ideia.



Peça de trás pra frente...




Quem é?

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

País do conhecimento, potência ambiental DILMA ROUSSEFF


FOLHA DE S.PAULO OPINIÃO


São Paulo, domingo, 20 de fevereiro de 2011
TENDÊNCIAS/DEBATES


“Hoje, já não parece uma meta tão distante o Brasil se tornar país economicamente rico e socialmente justo, mas há grandes desafios pela frente, como educação de qualidade”




Há 90 anos, o Brasil era um país oligárquico, em que a questão social não tinha qualquer relevância aos olhos do poder público, que a tratava como questão de polícia. O país vivia à sombra da herança histórica da escravidão, do preconceito contra a mulher e da exclusão social, o que limitou, por muitas décadas, seu pleno desenvolvimento. Mesmo quando os grandes planos de desenvolvimento foram desenhados, a questão social continuou como apêndice e a educação não conquistou lugar estratégico. Avançamos apenas nas décadas recentes, quando a sociedade decidiu firmar o social como prioridade. Contudo, o Brasil ainda é um país contraditório. Persistem graves disparidades regionais e de renda. Setores pouco desenvolvidos coexistem com atividades econômicas caracterizadas por enorme sofisticação tecnológica. Mas os ganhos econômicos e sociais dos últimos anos estão permitindo uma renovada confiança no futuro. Enorme janela de oportunidade se abre para o Brasil. Já não parece uma meta tão distante tornar-se um país economicamente rico e socialmente justo. Mas existem ainda gigantescos desafios pela frente. E o principal, na sociedade moderna, é o desafio da educação de qualidade, da democratização do conhecimento e do desenvolvimento com respeito ao meio ambiente. Ao longo do século 21, todas as formas de distribuição do conhecimento serão ainda mais complexas e rápidas do que hoje. Como a tecnologia irá modificar o espaço físico das escolas? Quais serão as ferramentas à disposição dos estudantes? Como será a relação professor-aluno? São questões sem respostas claras. Tenho certeza, no entanto, de que a figura-chave será a do educador, o formador do cidadão da era do conhecimento. Priorizar a educação implica consolidar valores universais de democracia, de liberdade e de tolerância, garantindo oportunidade para todos. Trata-se de uma construção social, deum pacto pelo futuro, em que o conhecimento é e será o fator decisivo. Existe uma relação direta entre a capacidade de uma sociedade processar informações complexas e sua capacidade de produzir inovação e gerar riqueza, qualificando sua relação com as demais nações. No presente e no futuro, a geração de riqueza não poderá ser pautada pela visão de curto prazo e pelo consumo desenfreado dos recursos naturais. O uso inteligente da água e das terras agriculturáveis, o respeito ao meio ambiente e o investimento em fontes de energia renováveis devem ser condições intrínsecas do nosso crescimento econômico. O desenvolvimento sustentável será um diferencial na relação do Brasil com o mundo. Noventa anos atrás, erramos como governantes e falhamos como nação. Estamos fazendo as escolhas certas: o Brasil combina a redução efetiva das desigualdades sociais com sua inserção como uma potência ambiental, econômica e cultural. Um país capaz de escolher seu rumo e de construir seu futuro com o esforço e o talento de todos os seus cidadãos.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

NO FUNDO SOMOS MESMO COMO OS BARCOS




                       Tenho andado pelas ruas e notado o número de instituições religiosas que surgem em uma mesma rua, o maior medo que sinto é o da banalização do evangelho, porém a Igreja de Cristo vai bem, obrigado. No fim sairá vencedora.
                        Instituições religiosas que se denominam igrejas são como barcos sobre o mar. Todos tem suas peculiaridades por menores que sejam. Tamanhos distintos, para muitas pessoas, para poucas, o mais interessante é que cada um possui um nome próprio que pertence só a ele. Os barcos, cumprem com eficácia seu objetivo que é o de navegar sobre as águas. São diferentes quanto a aparência mas sobre a água cumprem com excelência sua função que é a de navegar. Não importa o nome, a liturgia, se é renovada, avivada ou calma serena e tranquila, o mais importante é se a comunidade que estamos frequentamos está cumprindo o propósito principal que é o de proclamar o nome de Cristo Jesus, afim de que pessoas possam ser transformadas pela atuação do Espírito Santo em suas vidas, pois quem convence alguém de seu estado de pecado é o Espírito Santo, uma pessoa da Trindade divina.
                         O pensamento de que exista uma comunidade melhor que a outra nos deixa atrofiados e acabamos confundido os que andam, observando a Palavra de Deus. A diversidade nos fortalece e nos dá a possibilidade da maturidade. Precisamos aprender apreciar as diferentes interpretações dignas de respeito das escrituras pois somos humanos e cada qual tem sua forma de enxergar o mundo a sua volta. Por fim das contas percebemos que somos todos como barcos em alto mar a Bíblia deve ser nosso leme e nos conduzir na verdade, os nomes dos barcos só servem para indicar quem são e não mudam sua forma.