segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

NO FUNDO SOMOS MESMO COMO OS BARCOS




                       Tenho andado pelas ruas e notado o número de instituições religiosas que surgem em uma mesma rua, o maior medo que sinto é o da banalização do evangelho, porém a Igreja de Cristo vai bem, obrigado. No fim sairá vencedora.
                        Instituições religiosas que se denominam igrejas são como barcos sobre o mar. Todos tem suas peculiaridades por menores que sejam. Tamanhos distintos, para muitas pessoas, para poucas, o mais interessante é que cada um possui um nome próprio que pertence só a ele. Os barcos, cumprem com eficácia seu objetivo que é o de navegar sobre as águas. São diferentes quanto a aparência mas sobre a água cumprem com excelência sua função que é a de navegar. Não importa o nome, a liturgia, se é renovada, avivada ou calma serena e tranquila, o mais importante é se a comunidade que estamos frequentamos está cumprindo o propósito principal que é o de proclamar o nome de Cristo Jesus, afim de que pessoas possam ser transformadas pela atuação do Espírito Santo em suas vidas, pois quem convence alguém de seu estado de pecado é o Espírito Santo, uma pessoa da Trindade divina.
                         O pensamento de que exista uma comunidade melhor que a outra nos deixa atrofiados e acabamos confundido os que andam, observando a Palavra de Deus. A diversidade nos fortalece e nos dá a possibilidade da maturidade. Precisamos aprender apreciar as diferentes interpretações dignas de respeito das escrituras pois somos humanos e cada qual tem sua forma de enxergar o mundo a sua volta. Por fim das contas percebemos que somos todos como barcos em alto mar a Bíblia deve ser nosso leme e nos conduzir na verdade, os nomes dos barcos só servem para indicar quem são e não mudam sua forma.